sábado, abril 23, 2011


A grandeza do mar

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Você sabe por quê o mar é tão grande?
Tão imenso?
Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro; estaria alguns centímetros acima de todos os rios, não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte. 
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder. 
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber morrer.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar,
ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer
a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.
Bem aventurado aquele que já consegue 
receber com a mesma naturalidade 
o ganho e a perda... 
o acerto e o erro...
o triunfo e a queda....
... a vida e a morte.

Autor - Paulo Roberto Gaefke

sexta-feira, abril 22, 2011


Dia da Terra

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Dia da Terra foi criado em 22 de abril de 1970 quando o então Senador americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição no mundo. Naquele momento, um grupo grande de pessoas se reuniu para manifestar a sua preocupação com a degradação ambiental. A partir de 1990, o Dia da Terra passou a ser adotado em vários países ao redor do mundo e a sua comemoração vem se tornando um evento internacional. Desde então, O Dia da Terra vem ganhando cada vez mais importância, embora sua criação tenha sido um evento tímido na década de 1970. Este ano, mais de 500 milhões de pessoas devem comemorar o Dia da Terra em 85 países.
 
No Brasil, as comemorações não estão sendo muito divulgadas pela mídia aberta. O canal de televisão National Geographic (da TV a cabo) exibe uma semana especial que irá discutir o tema em seus diversos aspectos – aquecimento global, poluição, derretimento de geleiras, sustentabilidade, ações sociais e campanhas de incentivo. A semana especial do “Dia da Terra”, no canal National Geographic, prioriza o lema: “O que você faz conta!” que vai discutir como as ações individuais podem, sim, fazer a diferença na preservação do planeta Terra. Os programas vão ao ar nesta semana de 20 a 25 às 21h / domingo 26, de 17 às 21h. No site do canal há um teste bastante interessante “Que impacto você causará no meio ambiente no dia da Terra?”, faça o teste em http://www.natgeo.com.br/especiais/dia-da-terra/teste.asp.

Vale a pena refletir as nossas ações para com o mundo, enquanto cidadãos, não apenas neste dia, mas em nosso cotidiano. Qual a nossa contribuição para a preservação do lugar em que vivemos? Aproveitando para valorizarmos as ações individuais e de pequenos grupos, já que o planeta necessita de atitudes urgentes e eficazes para melhorar a qualidade de vida dos terráqueos – ou porque não dizer, preservar a vida destes mesmos terráqueos que ajudam a destruir a casa onde moram.

Aquilo que dói

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Você é uma pessoa doente ou saudável?
Vou fazer outras perguntas pra ajudar a responder esta:
Quantas vezes num dia você ri gostoso?Quantas vezes num dia você suspira de prazer?Quantas vezes num dia você pensa um bom pensamento?Quantas vezes num dia você procura aprender algo novo?Quantas vezes você enxerga alguém que não você mesmo e o seu problema?
Eu sei que, quando falei de doença, você pensou nas doenças do organismo físico, úlcera, lumbago... Se fosse isso, não precisava nem pensar pra responder. Mas eu pergunto se você está doente do sentimento, doente da emoção, doente da vontade, enfim, doente da alma.
Se você vive aborrecido, é um sintoma. Se nunca sorri, se responde bruscamente, se "se mata" de pensar na dificuldade até ficar esgotado, você está doente. Se nunca para de trabalhar, nem de pensar em trabalho, você está doente, assim como aquele que nunca quer trabalhar.
Doente vem de doer. Se você tem pensamentos, emoções e hábitos que doem, você está doente. Se você tem relacionamentos que doem, você está doente.
- Mas por que o Universo me pôs doente?- Será que Deus é perverso, que não vê o sofrimento que eu passo?
É que se não doesse, você não mudava. Se não doesse, você ia simplesmente levando a cara fechada, a amolação, o aborrecimento, a encrenca com o companheiro. Então o Universo conta com a providência sábia da dor, que mostra que você precisa alterar seus padrões de emoção e sentimento e seus hábitos.
O que é que dói, meu filho, minha filha? O que é que te maltrata, que você carrega como um fardo pesado, como um porco-espinho espinhando por dentro? E vai carregar até quando?


Calunga/Rita Foelker 

Através do Espelho

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O livro de Jostein Gaarder conta a história de Cecília Skotbu, uma menina com câncer terminal, que passa a receber visitas do anjo Ariel, enquanto sua família faz de tudo para animá-la em seu último Natal. As conversas e reflexões de Cecília sobre a vida e a morte são permeadas de pensamentos filosóficos, científicos e religiosos. Assim como ela aprende com ele, ele aprende com ela. Durante esse aprendizado podemos refletir sobre o que é a vida e sobre coisas que normalmente não valorizamos. O título do livro se refere à morte, que nada mais é do que a travessia pelo espelho, pois quando estamos vivos é como se olhássemos a morte como um espelho, onde não podemos ver o que tem além até que o atravessemos.


"Nós enxergamos tudo num espelho, obscuramente. Às vezes conseguimos espiar através do espelho e ter uma visão de como são as coisas do outro lado. Se conseguíssemos polir mais esse espelho, veríamos muito mais coisas. Porém não enxergaríamos mais a nós mesmos".

“Pois os olhos são espelhos da alma, e Deus e capaz de se refletir numa alma humana”.

"(...) é só que eu nunca tinha pensado que o sol reflete uma luz emprestada de Deus, do mesmo modo que a lua reflete uma luz emprestada do sol."

“Carne e osso não passam de terra e água, mas Deus soprou um pouco do seu espírito dentro de vocês. E por isso que há uma parte de você que é Deus”.

A princesinha

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“Suceda o que suceder – pensou -, há qualquer coisa que não pode mudar. Eu ando esfarrapada, coberta de andrajos, mas na minha alma e no meu coração sou sempre uma princesa. Não teria grande merecimento em proceder como princesa, se andasse vestida em ouro; tenho muito mais, sendo como sou atualmente. (...)” 


terça-feira, abril 19, 2011


O jeito é ir vivendo...

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Ninguém nunca me disse que eu sorriria sempre, e que se eu chorasse, seria apenas de felicidade.
Quando eu nasci, ninguém me prometeu q daria tudo certo.
Ninguém me garantiu q meus amores seriam correspondidos, ou que o sucesso andaria sempre junto comigo.
Ninguém me assegurou de q os meus amigos seriam realmente amigos, e q eu sempre teria dias sensacionais! 
Ninguém me convenceu de que eu teria sempre tudo o que quisesse... 
Então, eu não posso reclamar de nada! 
A vida não é contrato, a vida é fato!
Não me façam ser quem não sou, não me convidem a ser igual, porque, sinceramente, eu sou diferente!
Não sei e nunca soube amar pela metade.
Não sei viver de mentiras. 
Não sei voar de pés.

segunda-feira, abril 18, 2011


O Medo do Amor

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Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê. 


O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade. 


E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro. 


Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. 


Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.


Martha Medeiros 

domingo, abril 17, 2011


Amar...Desamar...Amar...

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Como podemos gostar tando de alguém e sofrer tanto... 
Como podemos amar tanto uma pessoa, mesmo sabendo que nunca daria certo... 
Mas o sentimento chega sem pedir licença e quando percebemos, já está aí, dentro da gente.
Vai falar com o coração: não vai dar certo, somos diferentes, esqueça esse aí, vamos procurar outro menos complicado, que pense como a gente. 
Não adianta, ele não escuta! 
Nem está aí pro que a gente pensa. Só quer saber de amar e amar... 
Aí que gente sofre e sofre...
Porque só amor, isso mesmo, somente amor, não é garantia que um relacionamento vá dar certo. Outras coisas estão em jogo, e fazem a diferença. 
E mesmo sabendo que não é essa a pessoa com quem sonhamos, não deixamos de amá-la... 
E é aí que a gente sofre... 
Tantos conflitos, desentendimentos, e passamos por cima de quase tudo pra não sofrer com a separação... 
E é aí que a gente sofre... 
Até o dia em que chega o limite, e o orgulho e a razão, que estavam lá no fundo, escondidinhos, se revelam. 
E é a hora do fim... 
A dor é tamanha, que é quase palpável, física. 
O chão se abre, e a gente se perde por esse poço vazio. 
E é aí que a gente sofre...

sábado, abril 16, 2011


A Impontualidade do amor

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Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha. 


Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa? 


Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio. 


O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. 


O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito. 


A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.


Martha Medeiros

A culpa é do outro

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Eu queria não ter feito tantos anos de terapia e não ter visto filmes de física quântica que nos dão as ferramentas para comandarmos e assumirmos a responsabilidades pelas nossas desgraçadas vidas. Isso tudo é muito brega, mas é verdade. Eu queria hoje, mas só hoje, poder colocar a culpa da minha insatisfação em alguém que não eu.
Quero gritar que a CULPA É DELE e a CULPA É DELA.
A culpa é do meu pai, é do meu namorado, é da sociedade! A culpa é de todos eles. Não é minha. Eu to quietinha no meu canto e sempre algo externo acontece para me chatear. Como seria bom se hoje eu achasse que a culpa não era minha. Eu poderia odiar o próximo e terminar com o sofrimento, indo de relacionamento a relacionamento. Mudava de namorado, de amigo, de emprego (de emprego eu mudo mesmo). Mas não é tão simples assim... porque sei que sou eu que estrago ou melhoro minha vida.
Parece que perdi a capacidade de achar que um imbecil pode realmente estragar o meu dia. Mas com esse pensamento politicamente correto não dá! Porque nessa perspectiva quântica blá blá blá da vida, um imbecil só é capaz de estragar o nosso dia se a gente deixar. O que é muito frustrante. Nada que acontecer contigo pode ser responsabilidade do outro.
Na real, parece que estamos sendo treinados a não nos importarmos com problemas e não reclamarmos e nos colocarmos sozinhos e desligados do mundo, incapazes de sermos tocados (seja com amor ou ódio) pelo outro. Bolhas de pensamento positivo caem sobre nossas cabeças e tomam o lugar que antes servia para sentir, sofrer ou chorar. Sensibilidade e positividade são, hoje, incompatíveis para mim.
E tô sensível porque alguém me deixou assim! A culpa é dele e ponto.

Mediocridade

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Acho este texto idealista e ingênuo. Mas ele tem o seu valor. Afinal, quem sou eu pra julgar se não escrevi nada melhor, não é?




"Atenção para um aviso importante: a mediocridade é opcional.  Ao contrário das outras mazelas da vida, essa você só tem se quiser. Sendo que já não será um medíocre quem tentar não sê-lo. E tentar é fácil, tente. Está provado: o ser humano é metade genes, metade meio-ambiente. Você não pode fazer nada se a genética não lhe favoreceu em algum aspecto, mas pode fazer tudo para melhorar a qualidade da sua relação com o resto do mundo. Tirando dele o que ele tem de melhor e vice-versa. Não estamos dizendo que vai ser fácil mas por acaso é fácil dançar a dança da garrafa? Comece negando tudo que lhe parecer "medianamente médio". Lembre-se que ser medíocre é mais confortável, por isso fuja do "ah, se tanta gente gosta, por que que eu não vou gostar?" Você não vai gostar porque você merece melhor.Já que ser mediocre é viver na zona franca da existência. Feliz por ser mais um igual. Quando só a diferença faz diferença, por menos diferente que ela seja. Só rompendo com esse poder - sim, a mediocridade é um poder, que controla nossa vida como um déspota cafona - só rompendo com esse poder, poderemos salvar a humanidade. A luta é diária e individual. Mas sempre valerá a pena, pois de mesmice morrem os mesmos.”


Por Fernanda Young

sexta-feira, abril 15, 2011


A elegância do Comportamento

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Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações prosaicas, quando não há festa alguma, nem fotógrafos e camêras por perto.
É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete.
É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer. 
Porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza.
Atitudes gentis falam mais que mil imagens...
Sorrir, sempre é muito elegante e faz muito bem para a alma... Oferecer ajuda é muito elegante... Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante... 
Pode se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.


Autor desconhecido

Ler virou 'moda'

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Outro dia, estava eu, andando com a minha amiga pelo camelódromo da minha cidade, quando começamos a discutir sobre livros (algo que a gente adora fazer rs), e acabamos chegando a um assunto bem interessante: o fato de que alguns livros atualmente simplesmente viraram modinha (exemplos: Crepúsculo e companhia rs). Ok, já ficou claro que 'os vampiros' é a nova onda do momento, mas acreditem pessoinhas, existe vida além de Crepúsculo. Atualmente varias meninas (e até alguns meninos também) se dizem apaixonados por livros. Dai você se vira e pergunta para eles: - Mas qual é o seu livro preferido? - Crepúsculo claroooo!! - Mas você leu algum livro além desse? - Claro que li né amor. Eu li Lua nova, Eclipse, Amanhecer, Diários do vampiro, Drácula... (Para tudo!!!) - Você leu alguma coisa que não tenha um personagem com dentes pontudos?! - Ehhh...NÃO!! Bem, queridos leitores devo dizer que essa é a geração que AMA ler rsrs Não me entendam mal. Eu também adoro Crepúsculo. Já li variooosss livros com vampiros e outros seres místicos na estória; são livros sobre coisas irreais que com certeza trazem muita diversão, e só. Eles não lhe ajudam a formar sua opinião, não o fazem se questionar sobre coisas importantes e não lhe acrescenta nada no quesito conhecimento (A não ser que você considere algo crucial saber as formas inovadoras que os vampiros encontraram para se expor ao sol rs) Mas falando sério, eu me pergunto o que vai acontecer com esse pessoal, que segue a modinha dos dentes pontudos, quando os vampiros saírem de moda, forem peça de museu?! rs Gente há uma infinidade de livros, um melhor que o outro, só esperando para ser lido, para ser descoberto. Não estou dizendo "não leiam os livros da moda". Claro que vocês devem ler (eu também leio rs), mas tenham consciência de que existe mais...Muito mais além do que todo mundo conhece! Não leiam só porque é o que todo mundo está fazendo no momento. Não leiam porque esta na moda andar pra baixo e pra cima na rua com a cara enfiada em um livro sobre vampiros. Vamos ser realistas, a probabiliade de um vampiro se mudar para a sua cidade e se apaixonar por você são minimas. Então ler livros que tratem um pouco mais da realidade, de nossas vidas, pode ser bem legal também, acreditem. Ok fica dado o recado então! Em posts futuros, vou falar um pouco dos clássicos que eu adoro!! As obras de Jane Austen, Emily e Charlotte Brontë e Shakespeare rs Vocês vão entender rapidinho porque digo que existe muito mais além da febre dos vampiros rsrs Agora, sintam-se livres para se revoltar contra mim ou me apoiar, deixando seu comentário. Eu realmente quero saber como vocês se sentem em relação a essa moda que virou o habito de ler.

quinta-feira, abril 14, 2011


A vida é uma caixinha de surpresas...

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A vida é uma caixinha de surpresas; nela duas pessoas se encontram e acho que nunca é por mero acaso.
Quando alguém é colocado em nosso caminho é para que em conjunto possamos descobrir novas emoções ou, quem sabe, redescobrir algumas há muito esquecidas ou arrumadas na tal caixinha!
Como quase do nada começa existir uma energia que nos conduz à descoberta do outro, para que consigamos despertar para sentimentos como amizade, respeito, de carinho e até de amor. Um amor sólido construído pedra a pedra...
Tudo parece caminhar nesse sentido, há uma descoberta, há um encontro, há um toque um trocar de olhares....e o caminho inicia-se!
Mas como na vida nada é certo ou definitivo quando pensamos estar a começar a caminhar em conjunto, algo quase inexplicável abala toda a construção de horas, dias, meses ou até anos de afeto, de amizade e de carinho...
Quando pensávamos sair sorrindo de uma porta que se abriu, uma lágrima atrevida cai no rosto...
Só que a vida é uma caixinha de surpresas... Há que acreditar que essa pessoa não entrou na nossa vida por acaso e recomeçar, tudo de novo, sem mágoas ou receios.
Voltar a acreditar que tudo é possível....
Essa é a grande surpresa da vida, estar sempre descobrindo algo novo ou redescobrindo o esquecido.

quarta-feira, abril 13, 2011


Meninas bonitas não são para casar

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Confesso que as vezes achei ele cansativo por descrever tanto coisas que não eram necessárias, mas isso não atrapalhou em nada a leitura q por sinal foi muito boa mesmo. Toda a narrativa desenrolada e com o linguajar da época me chamou a atenção. 

Amei o personagem Daniel e coitada da Clara, bem que dizem aqui se faz aqui se paga. Ela pagou o preço de não ter o marido por causa de uma maldade cruel com a encomenda anônima rsrs eu ri muito nessa hora pois logo ela que sempre quis o homem ao lado, tinha perdido justo por seu egoísmo.

Roberta, mocinha típica do interior de Goiás (no livro ela é de Minas) haha sim aqui as coisas ainda são daquele jeito, quando vê que a vida não é toda pintada como um arco-íris revolta e vira uma coisa de louco, vai de um extremo ao outro, achei exagerado mas tudo bem, geralmente é assim mesmo. Poucas são as mocinhas que conseguem ser boas e más sem dar a cara para bater.

Agora eu estou morrendo de curiosidade para saber o que foi feito da família dela. Já que você mostrou tanto o quanto um vida interfere na outra, sei la o pai dela poderia ser vítima de algum abuso ou a mãe. A irmã deveria também levar uma lição! Eu com uma irmã daquelas já teria matado.

É impressionante como uma vida interfere na outra de modo indireto, mas fatal.



O Pequeno Príncipe

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Este livro é um daqueles inesquecíveis; é uma obra que trata de mudança de valores, que nos mostra como muitas vezes nos equivocamos na avaliação das coisas e das pessoas que nos rodeiam; mostra também, como nos entregamos às nossas preocupações diárias e nos tornamos adultos de forma definitiva e nos esquecemos da criança que fomos. Sempre que vejo volto a reler e a refletir sobre algumas frases clássicas, mas que gosto muito:

Foi o tempo que dedicastes à tua rosa que fez tua rosa tão importante.

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

Se tu vens às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz.

Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos

A dor da saudade..

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Sozinha, escuto música 
e choro feito criança...
as lembranças passam na cabeça, 
coração se agita.
No silêncio, 
o tempo não passa, 
o pensamento busca o olhar de quem a gente ama.
Repito pra mim mesma: SAUDADES!!!!

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Crônica do Amor

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Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

Arnaldo Jabor

terça-feira, abril 12, 2011


Sobre saudade...

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Saudade é aquilo que está fora do alcance, longe do olhar, perto do pensamento e mora dentro do coração. 
A saudade é a dor do afastamento. 
É a dor de não ter, é a dor de não ver. 
É uma imagem no pensamento. 
Saudade é uma palavra escrita num papel onde a borracha apagou. 
É um cantinho reservado dentro coração. 
É um caminho percorrido á muito tempo. 
Saudade é o que se foi mas não partiu. 
É o que os olhos não podem ver. 
E uma estrada longa que o coração percorre todos os dias.
Saudade é o um dia que não terminou.
É o tempo que volta
É o tempo que não passou
É um sonho sonhado.
É uma partida.
É uma vírgula.
Para muitos, saudade é quase um adeus. 

Um novo momento

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Decidi que mereço um novo blog. Aonde poderei falar sobre tudo, principalmente as pequenas coisas que fazem parte da minha vida.